apresentação

O Laboratório OUSIA , desde 1998, desenvolve estudos de conceitos e problemas fundamentais de filosofia clássica , em autores Pré-Socráticos, em Platão e sobretudo em Aristóteles.

Os filósofos clássicos marcaram com seu pensamento todos os campos de conhecimento da civilização Ocidental. Na filosofia, nas ciências, nas artes, na política temos contribuições fundamentais vindas de suas reflexões.

Este Sítio Eletrônico OUSIA é uma base de estudos para compartilhar suas reflexões e seus textos em língua portuguesa. É um trabalho de pesquisa e reflexão dos professores de filosofia antiga e estudantes de graduação e pós-graduação em Filosofia da UFRJ. Aqui você pode encontrar:

1. Nossas traduções de textos de Parmênides e Aristóteles.
2. Uma lista das obras dos principais filósofos clássicos com indicações bibliográficas.
3. Artigos de reflexão sobre questões filosóficas.
4. Orientações para cursos de filosofia clássica.
5. Um vocabulário de conceitos aristotélicos discutidos (em construção).
6. Elos para outras páginas de filosofia e estudos clássicos.
7. Bibliografias específicas sobre autores e obras clássicas.
8. Um calendário com os eventos organizados pelo laboratório.

artigos

Como anistiar o poeta exilado por Sócrates. (AFC-4)
Fernando Santoro
A história na obra de Eudoro de Sousa. (ARCHAI-2008)
Henrique Cairus
O homem no Poema de Parmênides. (AFC-1)
Emmanuel Carneiro LeãoVeja mais artigos


obras

Aristóteles
Platão
Autores do Helenismo
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apoio
O Laboratório recebe apoios e fomentos de Faperj, Capes, CNPq, UFRJ - e dos programas de cooperação científica internacional Capes/DGU (Espanha) e Capes/Cofecub (França)
 
próximos eventos
VII Simpósio Internacional OUSIA de Estudos Clássicos : ARISTÓTELES E O MOVIMENTO

Inscrições

O VII Simpósio Internacional OUSIA de Estudos Clássicos reunirá de 04 a 06 de Setembro de 2017, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, pesquisadores conceituados para discutir o tema: ARISTÓTELES E O MOVIMENTO.


Frente à necessidade de compreender a natureza, Aristóteles lega à humanidade uma reflexão acerca dos princípios e das causas dos entes naturais. Nesta, o movimento é uma questão importante, visto que o universo é um todo em mudança constante,  povoado de seres em devir. Uma das razões principais porque o movimento, em Aristóteles, é tão originário, não é seu caráter empírico, como dado dos sentidos, mas seu caráter ontológico: o movimento não é algo simplesmente que advém ao ser do seu exterior, ele é algo de intrínseco, imanente, que constitui e edifica os seres animados, além de ser causa também dos inanimados, quer eles sejam sujeitos naturalmente a ele, quer sejam sujeitos de forma contrariada. Ao tratarmos a noção de movimento no âmbito da filosofia aristotélica, observamos que ela se configura como um momento importante para o pensamento do ser. Na sua explicação entram em jogo alguns dos principais conceitos da ontologia aristotélica como: princípio, causa, essência, subjacente, forma, matéria, privação, ato, potência entre outros. Além de implicar também importantes determinações no âmbito da ética e das ações humanas, uma vez que, seja um movimento voluntário ou não, suas causas são basicamente as mesmas.
Assim, embora se fale muito da preferência no pensamento antigo pelos objetos fixos e imutáveis, talvez pelo impacto e influência das interpretações dos textos platônicos, além do de Parmênides, o fato é que encontramos em Aristóteles a definição do movimento em meio a uma reflexão profunda acerca de suas causas e princípios explicativos, além da inquietante aposta em uma certa consistência do objeto definido, por mais fugaz que ele seja.
Neste Simpósio, convidamos todos a discutir estas questões e a propor-lhes novos desafios e novos rumos interpretativos.

 
notícias

XI Simpósio Platônico: O Fédon de Platão: 4 a 8 de julho de 2016,Brasília
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Tradução de "De Interpretatione" de Aristóteles

Tradutor: Prof. Dr. Emmanuel Carneiro Leão

fotoPrimeiro, se deve estabelecer o que é um nome e um verbo; depois, o que é uma afirmação e uma negação, uma declaração e um discurso. De um lado, os sons da voz são símbolos das disposições da alma, de outro, as marcas escritas o são dos sons da voz. E assim como as letras não são as mesmas para todos, do mesmo modo também os sons. São idênticas em todos as disposições da alma, das quais os sons são os primeiros signos, como já são também as mesmas coisas, das quais aquelas são semelhanças . Sobre estas disposições se falou nos livros da alma - i.e., numa outra investigação. Assim como na alma se dá ora uma representação, que não desvela a verdade nem falseia nada, ora uma representação, em que uma destas alternativas deve forçosamente estruturar-se, assim também na fala. Pois tanto o falso, como o verdadeiro pertencem ao âmbito da conjunção e disjunção . Em si mesmos, os nomes e os verbos se assemelham à representação que não tem nem conjunção nem disjunção, tais que "homem" ou "branco" quando não se lhes acrescenta mais nada. Um exemplo é o "bode-veado" , que, decerto, significa alguma coisa mas nem desvela a verdade nem falseia nada, se não se ajuntar que é ou que não é, seja simplesmente ou seja em algum tempo.

 
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